Vestibular
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No Brasil os exames de admissão nas universidades é chamado de "vestibular" (sem relação com o termo médico "sistema vestibular"). É um exame competitivo onde somente os melhores classificados podem se inscrever nos cursos de graduação. Uma das razões por trás deste sistema é que há mais estudantes do que vagas disponíveis, então cada universidade usa uma forma de exame competitivo para selecionar candidatos, aceitando somente um pequeno grupo e recusando todos os outros com as classificações mais baixas. No geral os exames acontecem uma ou duas vezes por ano, uma vez durante o início do inverno e outra durante o início do verão. Dependendo da universidade as vagas e cursos oferecidos em cada estação podem ser diferentes, com mais vagas ou cursos num período e menos no outro.
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Recomendações do ministério da educação
O Ministério da Educação determina um currículo nacional que todas as escolas da nação devem seguir. Há uma lista comum de assuntos para uma grande gama de matérias sobre matemática, física, língua portuguesa e literatura, química, geografia tanto sobre questões nacionais quanto algumas internacionais, história tanto do Brasil quanto alguns assuntos internacionais, biologia e pelo menos um idioma estrangeiro.[1] No entando, o ministério não determina a metodologia para ensiar todas essas matérias, cada escola tem a liberdade de escolher ou desenvolver a sua própria metodologia. Do mesmo modo, as universidades não são forçadas a adotar um único modelo de exame, cada uma tem a liberdade de decidir como e quanto do currículo nacional elas irão cobrar dos alunos nos seus próprios vestibulares.[2][3]
Não há uma regra que proíba um estudante de tentar múltiplos vestibulares ao mesmo tempo, desde que ele(a) tenha energia suficiente para participar de todas as provas e que um vestibular não seja no mesmo dia de outro. Há, porém, uma regra que proíbe um estudante de se inscrever em duas universidades públicas ou dois cursos de duas universidades públicas ao mesmo tempo. Porém é permitido ao aluno cursar uma universidade pública e uma privada ao mesmo tempo.[4]
O ministério não dá nenhum tipo de ajuda financeira para os vestibulares, cada universidade deve designar um grupo especial de pessoas que criam o exame, definem datas e taxas de inscrição. Se a universidade quiser ela pode providenciar uma taxa de inscrição mais baixa ou zero para alunos de baixa renda.[5][6] Não há nenhum financiamento público para ajudar estudantes que se inscrevem em vestibulares de universidades de outros estados ou em casas onde, dentre os locais do exame disponíveis, a cidade onde o(a) candidato(a) mora não esta incluída. Por questões de segurança é muito raro as universidades oferecerem exames a distância.
Numa recente tentativa de facilitar o ingresso às universidades e retirar o peso de ter que estudar muitos assuntos que podem não estar relacionados a uma área em particular de interesse de um estudante, o Ministério da Educação esta propondo novas formas de avaliar os estudantes, bem como propondo novos parâmetros para as matérias e assuntos. A principal crítica é quanto a especialização precoce e a segmentação dos conteúdos prrogramáticos. [7][8][9][10][11] Por exemplo: algumas universidades oferecem um modelo de avaliação contínua que consiste em uma avaliação anual durante os anos do ensino médio, que podem então ser usadas em conjunto com o vestibular tradicional ou substituí-lo completamente.[12] O próprio ministério oferece um exame escrito que consiste em uma dissertação e dezenas de questões de múltipla escolha, que se concentram em questões practicas e habilidades do dia a dia ao invés de conhecimento "técnico científico" ou "acadêmico". As universidades podem adotar este exame desenvolvido pelo ministério como parte dos próprios processos seletivos ou usá-lo em substituição ao vestibular. [13]
Inscrições dos vestibulares e resultados finais
Na ficha de inscrição do vestibular pode haver mais de uma opção de curso para concorrer. Por exemplo, o inscrito pode ter duas escolhas, o curso de matemática como opção preferencial e o curso de física como opção secundária. Em casos assim a universidade deve decidir sobre qual critério é privilegiado em detrimento do outro, se a classificação final ou se a ordem de prefência é checada primeiro. Para evitar escolhas aleatórias de cursos, as universidades tendem a restringir o número de escolhas possíveis e agrupar cursos que tem alguma relação entre si. Por exemplo, alguém não poderia escolher engenharia elétrica e biologia como as suas escolhas, mas poderia escolher engenharia elétrica e mecânica por exemplo.[14][15][16]
Dependendo da universidade os cursos que exigem uma prova específica de habilidades práticas como música ou teatro são opções especiais, o candidato pode concorrer a uma vaga num desses cursos mas tambem pode escolher um curso qualquer que não exija a prova de habilidades práticas, assim se ele(a) não for aprovado numa prova prática ele(a) continua concorrendo normalmente a uma vaga num outro curso.
Quando a primeira lista de candidatos é publicada, alguns deles podem ter feito mais de um vestibular ao mesmo tempo, ou por várias razões, desistiram da vaga a que tinham direito.[17] Por causa disto, algumas universidades publicam listas secundárias que chamam os melhores colocados que não foram listados na primeira lista. Por exemplo: alguém pode ter sido classificado como o centésimo candidato num curso que oferece 70 vagas, se ele(a) tiver sorte, pelo menos 31 candidatos que estão imediatamente acima dele(a) podem sair, abrindo vagas para os candidatos abaixo deles.
Se o estudante estiver fisicamente incapacitado, como não podendo escrever com as próprias mãos ou sendo cego, ele(a) pode pedir tratamento especial, que pode ser providenciado pelos examinadores nos dias de prova. Infelizmente nem todas as universidades oferecem este tipo de assistência.
Conteúdo e metodologia dos exames
Não há um padrão sobre quantas questões ou quantos assuntos um exame deve cobrir, a única política adotada pelo ministério é que o candidato deve ser aprovado numa redação para provar que ele(a) é alfabetizado.[18]
Os exames podem variar de uma única redação a exames bastante longos que duram vários dias consecutivos, algumas vezes divididos em uma fase qualificatória anterior a uma fase secundária e final. sob este aspecto, os exames competitivos podem ser vistos como uma competição esportiva. Exames orais são muito raros porque eles são muito mais subjetivos e muito menos objetivos na avaliação dos candidatos, além de mais dispendiosos em termos de custos de aplicação.[19] No geral, exames consistindo de uma única fase tem menos inscritos, enquanto exames que se prolongam por duas ou mais fases tem um número maior de inscritos. A vantagem do exame em duas fases é a melhor seleção dos candidatos e o menor custo, já que o número de provas corrigidas é menor na segunda fase.[20][21][22] Dependendo do curso escolhido a concorrência de cadidatos por vaga pode ultrapassar a taxa dos 100 por vaga[23] ou ser menor do que 1 por vaga[24]. O que faz os candidatos escolherem um ou outro curso com mais frequência pode ser uma gama variável de fatores, variando de condições sociais a perspectivas de maiores salários, ou pode ser simplesmente uma questão de maior densidade populacional numa região específica.
Os exames mais curtos geralmente pedem um conhecimento básico em poucas questões de matemática e português em questões de múltipla escolha, prolongando-se por apenas uma fase num curto espaço de tempo como 2 ou 3 horas em um dia. Por outro lado, exames bastante longos pedem uma grande quantidade de energia dos candidatos, com até 100 questões de múltipla escolha num período limitado de até 5 horas em um dia, com mais exames prolongando-se por mais dias numa subsequênte fase final . Em alguns casos, todas as matérias do ensino médio são cobradas tanto em questões de múltipla escolha quanto em questões dissertativas num total de até 5 dias de exames. Em outros, o exame prolonga-se por menos dias, portanto, não exigindo tanto dos candidatos. Dependendo do curso escolhido e do tipo de vestibular que ele(a) se inscreveu, algumas matérias podem ter mais questões do que outras, podem ter um peso maior na nota final ou podem até mesmo estar ausentes em todo o vestibular.
Para cursos como música, arquitetura, artes, cinema e teatro, podem haver provas específicas de habilidades práticas. Por exemplo, os candidatos a um vaga num curso de música podem ter que apresentar uma peça musical. Já um candidato a uma vaga num curso de arquitetura teria que fazer um desenho em resposta a uma tarefa bastante detalhada por exemplo. Tais exames praticos podem ter um peso maior na nota final do candidato, maior até do que as próprias provas escritas.
Tambem pode haver uma lista obrigatória de livros ou filmes que todos os candidatos devem ler ou assistir. Podem haver questões no exame que estão relacionadas a aqueles livros ou filmes, tornando necessário algum conhecimento prévio para se responder a tais questões.
Tipos de questões
Os exames tem basicamente três tipos de questões: múltipla escolha, dissertativas e redação. As questões de múltipla escolha em geral tem 5 alternativas com 4 erradas e 1 correta, porém alguns exames adotam somente 4 alternativas sendo 3 erradas e 1 correta. As redações variam entre 30 linhas, o tamanho mais comum, até 60 linhas em alguns casos. Os tipos mais comuns de redação são a dissertação, a narração e a carta. Mais raramente outros tipos podem aparecer como o artigo ou a crônica. Alguns exames oferecem aos candidatos a possibilidade de escolher entre uma ou outra modalidade no próprio exame.[25]
Há ainda um tipo diferente de questão de múltipla escolha, que envolve afirmações verdadeiras ou falsas. A questão pode ter múltiplas afirmações a respeito de um determinado assunto, cada um deles podendo ser ou falso ou verdadeiro, correto ou incorreto. O candidato deve marcar todas as afirmações que ele(a) acredita serem verdadeiras ou corretas. Assim por exemplo, uma questão tem 6 afirmações, três delas falsas, enquanto as outras três são verdadeiras. Cada alternativa é numerada numa progressão de razão 2, então as escolhas são {2, 4, 8, 16, 32, 64}. Sendo assim a resposta correta deve ser x + y + z, onde x, y e z são os números correspondentes às afirmações verdadeiras ou corretas.[26][27][28]
Não é muito raro uma questão de multipla escolha ser anulada alguns dias depois da aplicação do exame. Há vários motivos para anular uma questão: a questão poderia levar a má interpretação, poderia estar mal impressa, alguns dados poderiam estar errados ou em falta, or dentre as alternativas possíveis nenhuma era totalmente verdadeira ou havia mais de uma resposta possível. Em tais casos os examinatores devem decidir se a questão é desconsiderada, dar um ponto de graça para todos os candidatos, ou se eles aceitam que mais de uma resposta era correta.[29][30][31]
Questões dissertativas tambem podem ser anuladas, apesar disto ser menos comum. Algumas universidades deixam claro que os examinadores podem pontuar as respostas numa faixa que varia de incorreta, parcialmente correta, quase totalmente correta, até totalmente correta. A grade de correção é mantida em segredo para evitar qualquer tipo de influência nos candidatos. Alguns exames relevam tais grades de correção depois que a classificação final e a lista de aprovados é publicada.[32][33][34][35]
Nas redações há uma política de aleatoriamente designar pelo menos dois examinadores diferentes para pontuar uma redação, sem que um examinador saiba quem é o outro. Fora o número de registro do candidato, a identidade dele(a) não é revelada aos corretores. Isto é feito para garantir uma avaliação uniforme para todas as redações, independentemente do que cada candidato escreveu ou do ponto de vista dele(a) sobre a proposta daquela redação em particular. Algumas vezes um seleto grupo de redações excelentes produzidas naquele exame é publicada, assim futuros candidatos podem ter uma idéia do que é levado em consideração na prova de redação daquele vestibular.[36]
Cotas raciais, étnicas ou sociais
Atualmente há um grande debate sobre se as universidades devem ou não ser forçadas pelo ministério da educação a adotarem as cotas.[37][38][39][40] Algumas adotam cotas raciais por conta própria enquanto outras preferem cotas baseadas na renda familiar. Há ainda as cotas por critérios étnicos e as universidades que se recusam a adotar qualquer tipo de cotas.
No sistema de cotas um certo percentual de vagas é reservado a aquele grupo de candidatos, significando que independentemente da classificação final dos candidatos daquele grupo, um número mínimo de vagas deve ser ocupada por eles. Algumas vezes os critérios da cota são checados antes da classificação final, em outras vezes a classificação é checada primeiro.[41][42]
Há basicamente dois grupos étnicos que são considerados para usufruirem das cotas: negros e indígenas. Ambos são grupos que por razões históricas sofreram com a exclusão social e a privação de direitos básicos na sociedade. Alguns consideram o criério étnico muito específico, preferindo adotar um critério de renda familiar, considerando que há mais pobres de qualquer oridem e cor do que apenas indígenas ou negros. Algumas vezes é usado como critério o fato do aluno ter cursado o ensino médio e/ou fundamental somente em escolas públicas, considerando que nas escolas públicas estudam os mais pobres enquanto que nas escolas privadas estudam os mais ricos, com acesso a melhor educação e, que por consequência, estariam em vantagem nos processos seletivos. Este último apresenta uma falha, nem todas as escolas públicas são ruins e nem todos os alunos das escolas públicas são necessariamente pobres.[43][44]
Em resposta às cotas um sistema de ações afirmativas é adotado por algumas universidades. Neste sistema um grupo de candidatos é privilegiado não com vagas, mas com pontos extras na nota final. Assim, por exemplo, algumas universidades podem dar um bônus de 10% na nota final de todos os candidatos que tenham uma determinada faixa de renda, ou todos os candidatos que sejam negros. O argumento a favor deste sistema é que as cotas aumentam o preconceito entre os estudantes, enquanto o bônus não garante nenhuma reserva de vagas.[45][46][47]
Segurança
Para prevenir fraudes há diversas medidas de segurança que podem ser adotadas durante o período dos exames:[48][49][50]
- O menor número possível de pessoas deve ter acesso a prova completa antes dela ser aplicada;
- Os examinadores encarregados de elaborar as questões não devem saber as questões propostas por outras examinadores, ou não devem saber as questões elaboradas para outras matérias que não dele(a) próprio(a);
- Os examinadores devem trabalhar numa sala ou prédio com controle de acesso restritivo e não devem sair de lá em posse de qualquer material relacioando a prova;
- Mais de uma prova pode ser elaborada, assim se qualquer evento inesperado impeça os candidatos de fazerem a prova, ou qualquer atividade suspeita comprometa a segurança do exame, uma segunda prova está pronta para substituir a que foi comprometida;
- As provas são impressas algumas horas ou dias antes de serem aplicadas aos candidatos para minizar o risco de vazamentos por quaisquer meios;
- Os candidatos são proibidos de fazer a prova se eles não portarem um documento de identidade válido;
- Os candidatos podem ter que levar uma foto deles próprios para prevenir fraudes de identidade;
- Nenhum equipamento elétrico ou eletrônico é permitido dentro das salas de aplicação das provas;
Ações ilegais podem incluir:
- Um candidato tomando o lugar de outro (um candidato pode ter pago para que alguém faça a prova no lugar dele(a));[51][52]
- A prova ou parte dela pode ser divulgada indevidamente antes do dia de aplicação;[53][54]
- Um candidato trapaceia, recebendo respostas corretas vindas de fora da sala por meio de algum dispositivo eletrônico escondido;[55][56][57]
- Um candidato trapaceia, fraudando seu(ua) próprio(a) histórico escolar para indevidamente tirar vantagem de políticas de ações afirmativas;[58]
- Fraudes de identidade, tais como se auto declarar negro para indevidamente tirar vantagem das cotas raciais, apesar deste ser um tipo de fraude facilmente detectável;[59]
- Alguém consegue entrar no banco de dados do vestibular da universidade antes dos resultados finais serem divulgados;[60][61]
Referências
- ^ [1] Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
- ^ [2] Coordernação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, Princípio da Autonomia Universitária.
- ^ [3] Simon Schwartzman, A Autonomia Universitária e a Constituição de 1988.
- ^ [4] 29-09-2009, Agência Senado, Senado federal aprova medida que proíbe alunos de cursarem duas universidades públicas ao mesmo tempo
- ^ [5] 22-04-2009, Agência Senado, Senado aprova projeto de lei que insenta estudantes de baixa renda da taxa de inscrição nos vestibulares das universidades federais.
- ^ [6] 05-08-2008, Portal UOL Aprendiz, Lei promulgada pelo governador do estado de São Paulo, José Serra, obriga a concessão de redução ou insenção da taxa de inscrição em vestibulares e concursos.
- ^ [7] Ministério da Educação defende mudanças nos processos seletivos e critica o atual modelo dos vestibulares, que cobra muito conteúdo teórico e pouco relacionado ao dida a dida dos estudantes
- ^ [8] Matriz de competências e habilidades elaborada pelo INEP para o ENEM
- ^ [9] Portal G1, Fuvest modifica a prova e inclui questões interdisciplinares a partir do vestibular 2006
- ^ [10] 06-05-2009, Estadão, Proposta de unificação de vestibulares e mudanças nos parâmetros curriculares
- ^ [11] Discussão sobre a unificação dos vestibulares das universidades estaduais paulistas.
- ^ [12] Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília.
- ^ [13] Ministério e reitores definem de que forma as universidades poderão utilizar o enem em seus processos seletivos.
- ^ [14] Diretor do cursinho Etapa explica em entrevista como funcionam os dois modelos de escolha de segunda opção de curso nos vestibulares
- ^ [15] Dúvidas frequêntes sobre a aprovação e a ordem das opções no vestibular da Unicamp
- ^ [16] Portal IG educação, matéria sobre a importância de se concorrer a uma segunda opção de curso nos vestibulares
- ^ [17] 15-08-1005, UOL Portal Aprendiz, Candidato gasta mais de mil reais em inscrições de vários vestibulares.
- ^ [18] Reportagem do exibida pela Rede Globo de jornalismo denuncia a aprovação de analfabetos no vestibular de uma universidade privada
- ^ [19] 31-07-2006, Portal UOL Aprendiz, Vestibular para o curso de direito da Fundação Getúlio Vargas inclui prova oral.
- ^ [20] 06-05-2005, Folha online, Modelo de vestibular em fase única.
- ^ [21] Vestibular da Unesp muda e passa a ter duas fases.
- ^ [22] 22-09-2009, Unicamp estuda mudanças no vestibular, considerado o mais caro do país.
- ^ [23] 191 candidatos por cada vaga ao curso de medicina da Universidade Federal de São Carlos
- ^ [24] Em 2008, apenas 25 candidatos disputaram 50 vagas para o curso de Sistemas da Informação no vestibular de inverno
- ^ [25] Perguntas e respostas sobre a redação no vestibular da Unicamp
- ^ [26] Questões de múltiplas proposições com soma de valores no vestibular da Universidade Federal da Bahia
- ^ [27] Questões de múltiplas proposições com soma de valores no vestibular da Universidade Estadual de Maringá
- ^ [28] Questões de múltiplas proposições com soma de valores no vestibular da Universidade Federal de Santa Catarina
- ^ [29] Notícias do Uol, questões do vestibular 2009 da Universidade Federal de São Paulo são questionadas por imprecisões
- ^ [30] Questão de biologia da Fuvest 2008 é anulada
- ^ [31] Questões do vestibular do Mackenzie são anuladas por erro de digitação
- ^ [32] 07-07-2009, Folha online, sigilo e medidas de segurança para correção das provas e manutenção da uniformidade da avaliação das provas
- ^ [33] 2002, documento que descreve a correção do ENEM 2001
- ^ [34] 21-11-2005, UOL, Questão da primeira fase do vestibular 2006 da Unicamp dá margem a dupla interpretação.
- ^ [35] 10-01-2006, UOL Aprendiz, Questão de biologia da Fuvest dá margem a dupla interpretação.
- ^ [36] Pesquisa acadêmica sobre a subjetividade na correção das redações no vestibular da Universidade Federal Rural de Pernambuco
- ^ [37] 06-02-2009, Agência Senado, Senado discute proposta de tornar as cotas obrigatórias em todas as universidades federais.
- ^ [38] 14-04-2009, Estadão, Aluna que foi aprovada pelo sistema de cotas entra na justiça depois de ter a sua matrícula cancelada. Uma comissão julgou que ela não tinha características físicas compatíveis com a de um negro.
- ^ [39] 23-01-2008, G1, Justiça suspende sistemas de cotas no vestibular da Universidade Federal de Santa CAtarina após a divulgação dos aprovados.
- ^ [40] 23-07-2009, Jornal O Globo, candidato a vaga no curso de medicina na Universidade Federal de Minas Gerais consegue liminar na justiça garantido a matrícula. O candidato reclama que cotistas com notas menores do que a dele foram aprovados.
- ^ [41] No vestibular da Universidade Federal de São Paulo as vagas são preenchidas primeiramente pela classificação geral, o sistema de cotas é preenchido após o universal.
- ^ [42] No vestibular da Universidade de Brasília o sistema de cotas preenche as vagas em separado do sistema universal, ou seja, as vagas são separadas.
- ^ [43] 29-04-2009, Revista Época, pais de classe média mudam os filhos para escolas públicas em busca do bônus oferecido nos vestibulares de algumas universidades.
- ^ [44] 13-03-2009, Revista Época, imapacto da política de bonificação a alunos oriundos de colégios públicos na taxa de aprovação no vestibular da USP
- ^ [45] Carta elaborada por docentes da Universidade Federal de Minas Gerais sobre a urgência em se adotar uma política de inclusão social por meio de cotas e ações afirmativas
- ^ [46] Estudo da Unicamp sobre os impactos sociais das ações afirmativas, incluindo um comparativo de desempenho entre estudantes beneficiados e os não beneficiados pelas tais ações
- ^ [47] Jornal do campus, debate sobre a inclusão de um programa de ações afirmativas no vestibular da USP
- ^ [48] Um trabalho sobre o processo que envolve a elaboração, aplicação e correção das provas da Fuvest
- ^ [49] Como é feita a correção das provas do vestibular da Universidade Estadual de São Paulo
- ^ [50] Organização do vestibular da Universidade Federal de Minas Gerais.
- ^ [51] Estadão, 28-11-2004, candidato tenta fazer a prova da primeira fase da Fuvest no lugar do irmão
- ^ [52] 02-05-2007, Últimosegundo, Polícia federal investiga quadrilha acusada de vender aprovações
- ^ [53] 01-10-2009 Estadão, Vazamento da prova do ENEM
- ^ [54] 01-02-2009, Jornal A tarde online, vestibular da Universidade estadual da Bahia é cancelado após denúncia de vazamento da prova
- ^ [55] 09-01-2006, Folha online, candidatos são flagrados recebendo respostas através de dispositivos proibidos no vestibular da Universidade federal de Pernambuco
- ^ [56] 05-07-2007, Portal UOL Aprendiz, Duas irmãs são flagradas tentando colar no vestibular da Universidade federal de Santa Maria
- ^ [57] 13-09-2006, Portal Uol Aprendiz, Unicamp reforça a segurança durante o exame para evitar possíveis vazamentos de prova durante a aplicação
- ^ [58] 17-01-2006 Portal UOL Aprendiz, candidato aprovado no vestibular da Universidade federal da Bahia comprou diploma de conclusão do Ensino Médio em colégio público para usufruir indevidamente do sistema de cotas
- ^ [59] 01-06-2005, Scielo, Cotas raciais na Universidade de Brasília
- ^ [60] 03-12-2008, Portal UOL Aprendiz, resultados do vestibular da Universidade Federal do Ceará são divulgados indevidamente
- ^ [61] 29-01-2008, Folha online, Lista com nomes de aprovados por cotas da Universidade Federal de Santa Catarina vaza na internet
Ligações externas
- Artigo da wikpédia sobre o vestibular
- Um wiki dedicado a ser um banco de dados de questões de vestibulares - Somente em português, mas podendo incluir outros idiomas no futuro.

